O Anteprojeto

O presente anteprojeto teve como referências as idéias sugeridas nas participações dos membros convidados, em reunião realizada no dia 04 de agosto de 2006.
Destas idéias estabeleceu-se o seguinte:

  1. Metas do Grupo de Voluntários
    1. Reintegrar os bombeiros militares inativos, bem como seus pensionistas, ao convívio com os seus, então, companheiros de caserna, tanto ativos como inativos;
    2. Buscando elevar a auto-estima destes;
    3. Enobrecendo e enaltecendo os valores e atributos tão difundidos durante a carreira bombeiro-militar;
    4. Formar, assim, uma verdadeira família bombeiro-militar.
  1. Objetivo deste anteprojeto:
    1. Nortear as ações do Grupo nas atividades a serem desenvolvidas;
    2. Ações a serem realizadas para atingir as metas e objetivos;
    3. Operacionalizar a criação de grupos de trabalho (visitas);
    4. Estabelecer o público alvo;
    5. Estabelecer áreas de atuação;
    6. Estabelecer planos de ação, e
    7. Estabelecer cronogramas de atividades.

 

  1. Público Alvo
    1. Inativos e Pensionistas e seus Dependentes do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.
  1. Duração
    1. De ação contínua, voluntária e sem fins lucrativos.

 

  1. Ação
    1. Embora o grupo seja limitado por força legal e conseqüentemente pelas ações já desencadeadas pelos Órgãos destinados a Assistência Social, devidamente institucionalizado, o Grupo se propõe a atuar com as seguintes ações:
    2. Visitas aos integrantes dos Quadros de Inativos e Pensionistas e seus Dependentes do CBMDF;
    3. Resgatar ao convívio social, os companheiros mais afastados;
    4. Providenciar, dentro das limitações, ações reparadoras do estado emocional e físico;
    5. Promover, dentro das mesmas limitações acima, condições assistenciais, e
    6. Promover atividades sócio-culturais e de lazer.
  1. Avaliação
    1. É necessário, de forma continuada e participativa, avaliar o presente anteprojeto e as ações que forem realizadas, com a finalidade de cotejar dados visando determinar o norte a ser seguido, bem como, a mudança dele se imperativo for.

 

  1. Registro
    1. Será estabelecida uma assessoria que terá como escopo o apoio às atividades desenvolvidas, responsável pela história, divulgação e registro das reuniões, pautas, visitas, atas, relatórios, registro em mídia, palestras, apresentações e formação de banco de dados.
  1. Recursos
    1. São necessários recursos de toda ordem para a consecução das atividades, tais como:
    2. Recursos Humanos – de forma voluntária e comprometida com o grupo;
    3. Recursos Financeiros;
    4. Doações;
    5. Dotações (há seu tempo e hora), e
    6. Outras formas de arrecadação.

 

  1. Recursos Materiais
    1. Equipamentos diversos ( Computadores, mesas, cadeiras, arquivos entre outros);
    2. Material de consumo ( Papel, cartões, cartuchos entre outros);
    3. Instalações físicas (a seu tempo e hora), e Meios de Transporte (viaturas, combustíveis, lubrificantes e manutenção).

Considerações Finais


Vários exemplos da vida posterior a da caserna, nos são apresentadas e constatadas no meio daqueles que ao saírem para inatividade, tiveram uma preparação, mesmo que de forma própria.
Somos conscientes que nem todos puderam ou tiveram a oportunidade desta preparação, assim como, não ser raro àqueles que devotadamente se dispuseram à proteção da sociedade, “com o sacrifício da própria vida”, já mencionado como jargão a mais de uma centena de anos, sair da sua condição de trabalho diuturna, momento pela qual, de certa forma, em razão das diversas atividades operacionais e funcionais, conseguiam minimizar os resultados das auguras daquela vida atribulada.

Nós que temos o convívio familiar, a saúde física e mental relativamente bem preservada e a situação financeira, senão a melhor, mas bem resolvida e principalmente, o convívio com nossos irmãos de farda, temos a obrigação de tentar promover e realizar algo por estes que não alcançaram tais objetivos de vida, por qualquer razão.

Estabelecemos este (ante) projeto, na intenção de resgatar ao nosso meio, colegas de trabalho (que se transformaram em amigos) ao convívio salutar, sem cobranças, sem hierarquia, resgatando o passado, de tantas histórias, para podermos vivenciar o presente e estruturarmos o futuro incerto.

Devemos ressaltar que a continuidade destas ações não será a obra de um ou outro, será a obra de um grupo, que deverão estar imbuídos e comprometidos, dos deveres e obrigações que ora se impõem, calcados nos mais altos valores e atributos da camaradagem, amizade, abnegação, confraternização, e acima de tudo, no valor maior, no amor ao nosso semelhante.

Este trabalho não é, e não se presta a isto, um trabalho acabado e finalizado, e sim o início de algo insipiente que poderá se tornar grande, pelo fim que se apresenta, e contínuo que independentemente do que presenciarmos no dia a dia, nos abrandará a alma e o espírito.

 

 


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